Publicado por: Fernando de Oliveira | 26/11/2015

O e-mail ainda não morreu, mas…

Essa é mais uma daquelas ‘previsões’ que podem não acontecer. Não quero acreditar que a comunicação escrita vai ser dominada por abreviações e frases telegráficas. Mas……

Segurança e-mailEmpregados em seus 20 e 30 anos são muito mais propensos a usar a mídia social, como o Facebook, para fins de trabalho – cerca de três em cada 10 dentro de cada faixa etária, revela estudo divulgado pela CompTIA. Em contrapartida, menos de 20% dos Baby Boomers (nascidos antes de 1965) usam o Facebook para fins de trabalho e 25% não usam o Facebook como um todo, para trabalho ou uso pessoal.

Além das fronteiras entre trabalho e vida pessoal – as informações que estão sendo compartilhadas por meio dos canais de mídias sociais – são motivo de preocupação entre as empresas e reconhecidas como um problema em potencial pelos próprios funcionários. A maioria dos trabalhadores em todos os grupos etários (64%) acredita que a mídia social gera impactos negativo na produtividade no trabalho.

“As organizações devem considerar seriamente a construção de uma política em torno das mídias sociais para definir comportamentos apropriados e minimizar o risco de dados sensíveis serem compartilhados”, disse Seth Robinson, diretor sênior de análise de tecnologia da CompTIA. Entretanto, isso pode ser complicado no local de trabalho do futuro.

Os trabalhadores mais jovens enxergam uma maior ligação entre as mídias sociais e seu trabalho, e sentem que suas habilidades com as mídias sociais são um elemento importante do conjunto de habilidades que eles trazem para os seus empregos.

O levantamento mostra também que o e-mail continua a ser a forma mais dominante de comunicação no local de trabalho, mas novas formas de comunicação, como o Skype  e mensagens instantâneas estão reivindicando uma parcela cada vez maior, especialmente entre os trabalhadores com idade inferior a 50 anos.

Quando surgem problemas de suporte de tecnologia no local de trabalho os trabalhadores mais jovens são mais propensos a recorrer a mensagens instantâneas, vídeo chat e o uso de aplicativos mobile para resolução. Eles também estão abertos para o uso das mídias sociais para suporte de TI relacionados à reparação, manutenção e solução de problemas de dispositivos e aplicativos.

O estudo Gerenciando a Força de Trabalho Multigeracional realizado pela CompTIA, é baseado em duas pesquisas on-line separadas: a primeira com 700 profissionais de negócio;  a segundo com 1.010 adolescentes e jovens adultos entre as idades de 13 e 24 anos. Ambas as pesquisas foram realizadas em setembro de 2015. O relatório completo está disponível gratuitamente com o registo simples em https://www.comptia.org/insight-tools.

Fonte: Convergência Digital

Publicado por: Fernando de Oliveira | 26/11/2015

Brasileiros aceitam salários menores

Filas em feirões de empregos em todo o Brasil e a população cada vez mais preocupada em perder suas fontes de renda. Com esse cenário, será que alguém vai ficar barganhando salário? Os empresários agradecem.

Fila de empregosSegundo uma pesquisa feita pela Catho — plataforma de empregos via internet, cerca de 80% dos profissionais brasileiros aceitariam um emprego novo com um salário menor que o pago no trabalho anterior.

O estudo também indicou que as perspectivas de desenvolvimento profissional e de promoções de cargo foram impactadas negativamente pelo atual cenário econômico, onde cerca de 50% dos entrevistados relataram não ter expectativas sobre um possível avanço na carreira no momento.

Sobre os níveis de satisfação com o emprego atual, 67% dos entrevistados relataram estar infelizes ou pouco felizes. Destes, 90% afirmaram que mudariam de emprego caso recebessem uma nova proposta. Além disso, 80% dos participantes disseram acreditar que houve redução de salários em suas áreas de atuação nos últimos meses. Ao todo foram entrevistados cerca de seis mil profissionais via internet.

Fonte: Administradores

Foto: Infoglobo

Publicado por: Fernando de Oliveira | 25/11/2015

Brasileiros não confiam na Black Friday

A constatação é do SPC, mas é apenas a confirmação do sentimento nacional. Tomara que as empresas consigam mudar essa percepção.

black-friday-brasil-1-(2)A Black Friday, data comercial que começou nos Estados Unidos e traz grandes descontos para os consumidores, vai acontecer nesta sexta-feira, 27. Contudo, uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 44% dos brasileiros que pretendem aproveitar o dia para fazer compras vão fazer pesquisas para verificar se os descontos anunciados são reais.

Mais de metade dos compradores da BlackFriday (54%) também vão pesquisar para descobrir as lojas com melhores preços. Sobre as compras feitas em 2014, 87% dos entrevistados acreditam que elas valeram a pena. 35% de todos os consumidores entrevistados pretendem comprar na sexta edição do evento no Brasil e outros 49% afirmaram que não têm certeza se vão comprar – mas que, se encontrarem uma boa oferta, não as deixarão passar. Os 16% restantes estão decididos a não comprar no evento, seja por falta de dinheiro ou por descrença em relação aos descontos praticados.

Black-Friday-2012-deals-620x409Mesmo com a crise econômica, 34% dos entrevistados pretendem comprar mais produtos neste ano do que no ano passado, e 22% pretendem gastar mais.

Os itens mais procurados serão roupas (33%), calçados (28%) e celulares (27%) e, considerando somente os consumidores que irão fazer compras este ano, o gasto médio será de R$ 1007 – no ano passado, esse número foi de R$ 856. Os lugares de compra mais mencionados são os sites nacionais (61%) e o shopping center (36%).

Fonte: SPC

Publicado por: Fernando de Oliveira | 10/11/2015

Aplicativo utiliza inteligência artificial para reduzir congestionamentos

Inteligent smartphone IPesquisadores em Singapura começaram a testar um aplicativo para smartphone cujo objetivo é usar inteligência artificial para influenciar decisões de usuários na vida real.

O teste tem foco shoppings, estádios e grandes eventos e tentará reduzir o congestionamento em horários de pico ao convencer pessoas a mudar ou atrasar suas viagens ou traslados.

As dezenas de milhares de pessoas que os pesquisadores esperam participar do teste devem oferecer detalhes sobre o nível de congestionamento que elas conseguem tolerar em trânsito, a quantidade de tempo que estão dispostas a atrasar suas viagens para evitar congestionando e o quanto estão dispostas a pagar para usar o transporte público.

Uma máquina de inteligência artificial tentará chegar a sugestões para cada pessoa que pode incluir a oferta de uma tarifa mais barata se a viagem está atrasada ou um desconto em uma loja de conveniência para a pessoa permanecer mais tempo, ajudando assim a aliviar o congestionamento.

Por exemplo, um passageiro pode não se importar com um trem cheio e deseja retornar para sua casa imediatamente, enquanto outro pode tolerar um pequeno atraso por uma xícara de café mais barata, enquanto um terceiro pode tolerar um atraso maior em troca de um desconto em uma refeição.

Inteligência artificial XIEnquanto as sugestões são feitas, o sistema de Inteligência Artificial acompanhará a receptividade do usuário enquanto tenta construir um modelo personalizado para cada pessoa.

Não é preciso dizer que transportes públicos lotados são uma fonte de frustração para muitas pessoas e algumas ajustam seus planos de viagem para evitá-los. A ideia é que o sistema poderia ajudar a aliviar multidões e manter usuários mais felizes.

Inteligência Artificial é uma área chave de pesquisa para grandes companhias de tecnologia a medida que elas tentam superar simples algoritmos para sistemas mais complexos baseados em grandes quantidades de dados.

Os sistemas tentam aprender o comportamento humano a partir de uma base para então personalizar serviços e anúncios, por exemplo.

Os testes em Singapura estão sendo conduzidos pela Fujitsu, que está usando seu sistema de inteligência artificial Zinrai e trabalha com a Singapore Agency for Science, Technology and Research e Singapore Management University.

O teste deverá seguir até o final de 2017, mas a Fujitsu disse que uma versão comercial da tecnologia pode estar disponível em março, 2016.

Fonte: Computerworld

Sou viciado em programas de culinária e, embora o Hell’s Kitchen não seja dos meus favoritos, algumas receitas sempre são aproveitáveis. Não sei como é a versão brasileira, mas deve valer uma conferida.

bertolazziCom a estreia da terceira temporada do reality show ‘Hell’s Kitchen – Cozinha Sob Pressão’, realizada no sábado, 31 de outubro, o SBT colocou em curso o projeto multiplataforma para a atração comandada pelo chef Carlos Bertolazzi. A emissora lançou de forma 100% gratuita coleção de 14 e-books com receitas do programa, em parceria com a editora O Fiel Carteiro.

A nova série de publicações possui mais receitas do que a da temporada anterior. De acordo com a emissora, os fãs da atração vão poder aprender como preparar alguns dos pratos apresentadas no reality show, além de receitas assinadas por Bertolazzi e pelos cozinheiros competidores. Patrocinadora do programa, a Friboi também disponibilizou, como conteúdo especial, dicas e receitas para o preparo ideal de carnes.

Segundo o canal, será lançado um e-book por vez, logo após a exibição dos episódios nas noites de sábado. Os telespectadores poderão encontrar os livros eletrônicos no site do SBT e por meio das lojas virtuais, como Apple Store (iBooks), Google Play, Amazon e Koboo.

Fonte: Comunique-se

Comércio VirtualMonitoramento de hora em hora. Com esse objetivo, os organizadores oficiais da Black Friday no Brasil divulgaram uma parceria com a Precifica, empresa que regulamentará a veracidade dos preços durante o dia do evento. O acordo vai trazer benefícios para as empresas e para os consumidores, que terão acesso a dados exclusivos. As novidades foram anunciadas em evento realizado em São Paulo.

Durante o dia 27 de novembro, data marcada para a Black Friday no país, a Precifica vai monitorar os preços das ofertas dos principais players de comércio eletrônico do país. Para os consumidores, os dados serão divulgados no site oficial do evento. A cada hora, relatórios serão veiculados com informações sobre os preços dos produtos para compras à vista e a prazo, além de disponibilidade de estoque.

e-commmerceA Precifica ainda vai criar um Top 10 das ofertas, que indicará os 10 itens mais baratos das principais categorias, como celular, tablets, eletrodomésticos e computadores. Os consumidores poderão ver valor da oferta, valor médio de mercado e percentual de variação. “Temos o papel de comprovar que os preços são reais na Black Friday. O foco é deixar as ofertas transparentes para que ninguém se sinta prejudicado por anúncios errados”, comentou o CEO da empresa de monitoramento, Ricardo Ramos.

O executivo disse que a equipe está comprometida com a verdade das ofertas. Assim, os produtos que apresentarem distorção nos valores serão retirados do site. As marcas também vão ganhar ao receber informações exclusivas sobre as movimentações, o que vai ajudar a disponibilizar as promoções com mais competitividade.

Fonte: Comunique-se

Devo admitir que tenho muitas (muitas mesmo) ressalvas aos que usam a expressão “guru”, principalmente quando acrescido da palavra “digital”.  No Brasil há pessoas que, se não evoluíram miraculosamente over the years, não podem ser chamados nem de digitais, por mais que trabalhem com isso por mais de uma década. Ficar chocado com a receptividade do Windows 10 após os fiascos das versões anteriores é surpreendentemente inaceitável. Fica parecendo aquele “gestor” que começa a ler um livro qualquer sobre tecnologia e pergunta ao seu funcionário mais experiente: “você sabe o que é html 2.0?

windows-10-logo
Após o fiasco do Windows 8 e do Windows 8.1, ninguém tinha a certeza de como as empresas responderiam ao lançamento do Windows 10, mas parece que a reação excedeu as expectativas do Gartner, apesar de a adoção exigir mudanças na forma de gerir o suporte, devido ao novo modelo de atualização do sistema operacional.

“Sabíamos que a recepção ia ser melhor que a do Windows 8″, disse Stephen Kleynhans durante o Gartner Symposium/ITExpo, em Orlando (EUA). O analista se disse “chocado” com a reação positiva.

Na opinião de Kleynhans , essa reação é reflexo da qualidade do sistema operacional, mas também ao fato de que a atualização para o Windows 10 ser praticamente inevitável. Em 2018, a Gartner prevê que 80% dos usuários empresariais estejam utilizando o Windows 10.

Apesar disso, a mudança realça alguns aspectos de planejamento para os executivos de TI. Será recomendável a desinstalação das versões anteriores do Internet Explorer porque o suporte para as versões 8 e 10 terminam no fim deste ano.

Mas, embora o Windows 10 traga o novo browser Edge, convirá ter o IE11 como ferramenta de redundância. É importante, segundo o analista, planejar para o fato de a Microsoft provavelmente optar por atualizações incrementais de quatro em quatro meses, daqui para fente. Neste aspecto, pode haver complicações, considera.

Além disso, não será necessário correr para atualizar cada posto de trabalho imediatamente, mas será conveniente manter a infraestrutura no âmbito das últimas versões. Kleynhans prevê que o prazo para o fazer rondará os oito meses: a dado momento, o sistema ficará desatualizado em termos de segurança, face às correções que a Microsoft emitirá.

Aos executivos de TI interessados em “realmente fazer uso do Windows 10”, o analista recomenda que repensem os seus processos. A adoção do sistema operacional é um compromisso de manter a empresa atualizada “com a mais recente versão”.

Os gestores de TI podem simplesmente introduzir o Windows 10 na rede empresarial, mas os que “querem realmente fazê-lo brilhar e desenvolver alguma coisa especial com ele, precisam de um pouco mais de trabalho”.

Site: IDG Now!

zona-wifiVocê que acessa a internet todos os dias certamente já deve ter ouvido falar no termo “cidades digitais”. Trata-se de um projeto do governo que possibilita a modernização da gestão dos municípios brasileiros com a implantação de infraestrutura de conexão de rede, tanto entre órgãos públicos quanto entre a população. Além de promover a distribuição de software para os setores financeiros, tributário, de saúde e educação, a iniciativa prevê a instalação de pontos de acesso gratuito à web em espaços de grande circulação, como praças e avenidas.

Agora, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Brasil caminha para se tornar um país cada vez mais conectado. Só nos últimos dois anos, o número de cidades com conexões sem fio aumentou 83%. Em 2014, foram contabilizados exatos 1.457 municípios espalhados por 14 estados brasileiros que oferecem conexão sem fio para milhões de pessoas.

Entres os locais que já possuem Wi-Fi gratuito em locais públicos estão Fortaleza (CE), Juiz de Fora (MG), Boa Vista (RO), São Paulo (SP), Recife (PE), Fazenda Rio Grande (PR), Estância (SE), Porto Real (RJ), Pelotas (RS), Itajubá (MG), Petrópolis (RJ), Maracanau (CE), Belém (PA), Santa Luzia (MG), Jundiaí (SP), Uberaba (MG), Itanhaém (SP), Aracaju (BA) e Salvador (BA).

“Uma infraestrutura Smart Wi-Fi permite o acesso a Wi-Fi gratuito e de alto desempenho para milhões de moradores da cidade e visitantes nas zonas de serviço público tais como áreas de espera de hospitais, estações ferroviárias e metroviárias, escolas públicas, terminais de ônibus, parques e praças” destaca André Queiroz, diretor da Ruckus Wireless, fornecedora mundial de sistemas Wi-Fi de alto desempenho.

WIFI freeSegundo Queiroz, o Wi-Fi é um elemento chave para transformar os municípios em “cidades inteligentes”, onde os órgãos governamentais podem fazer o monitoramento remoto e gerenciamento de serviços públicos, como água, esgoto, eletricidade e fiscalização de estacionamento. “Com velocidades mais rápidas e melhores opções para a cobertura coletiva, o Wi-Fi não é apenas uma ferramenta para acesso à Internet, mas também para permitir uma ampla gama de serviços na cidade e melhorar a gestão dos já existentes”, diz.

O executivo também afirma que algumas cidades têm utilizado acesso público a redes sem fio para justificar os custos de instalação e manutenção da própria rede. Na prática, isso significa que as pessoas deixarão de gastar dinheiro com conexões de alta velocidade e poderão colocar esse dinheiro de volta na economia local, dando às cidades um retorno tangível sobre o seu investimento na instalação das redes.

Embora a adesão de cidades inteligentes em países da América Latina seja mais lenta do que em outras regiões do mundo, Queiroz explica que esse conceito tem se tornado uma resposta inevitável frente aos desafios urbanos.

“De acordo com a ONU, 70% da população mundial viverá em grandes cidades até 2050. Essa projeção torna atraente o modelo de infraestrutura de cidade inteligente, que com o uso do Wi-Fi podem se tornar mais eficientes e com melhorias significativas nos serviços oferecidos aos seus cidadãos, tais como educação, saúde, transporte e segurança. O conceito de cidade inteligente é uma solução cada vez mais tangível para enfrentar as demandas do novo ambiente urbano global”, conclui.

Fonte: Canaltech

Publicado por: Fernando de Oliveira | 04/11/2015

HP e SanDisk vão criar processador mil vezes mais rápido do que os atuais

Santo Speed Racer, Batman!

SanDisk-LogoA HP e a SanDisk anunciaram uma parceria para desenvolver uma nova geração de armazenamento, chamada ‘Storage Class Memory’, semelhante ao Xpoint 3D da Intel e da Micron, anunciado em julho deste ano.

Como a tecnologia revelada há três meses, o projeto da HP e da SanDisk deve tornar os processadores até mil vezes mais rápido do que os que são utilizados atualmente, além de baratear os custos de produção.

hp-logoEm um comunicado divulgado mês passado, as empresas explicam que pretendem “trazer novas soluções de memória para o mercado e acelerar a adoção das empresas, ao mesmo tempo, em que criam um novo modelo de computação a longo prazo”.

As companhias não ofereceram mais detalhes sobre o projeto, mas afirmaram que os processadores serão utilizados em infraestruturas de cloud e vão utilizar as tecnologias memristor, da HP, e ReRAM, da SanDisk.

Fonte: Olhar Digital

Publicado por: Fernando de Oliveira | 26/10/2015

Vendas de tablets despencam 35% no Brasil

Tablets são, muito provavelmente, os gadgets que mais dividem a minha opinião. Uma vez disse que não acreditava no seu sucesso, já que os via apenas como uma boa ferramenta de trabalho. Errei (?) e eles se popularizaram- até eu comprei um. Porém, a queda nas vendas parece determinar que o topo já foi alcançado e que agora a coisa vai ladeira abaixo. Será?

Tablet_GradienteA venda de tablets no Brasil despencou 35% no segundo trimestre de 2015 em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com novos dados da IDC Brasil.

Segundo a consultoria, foram vendidos 1,27 milhão de tablets entre os meses de abril e junho – desse total, 34 mil são os chamados PCs “2 em 1” ou híbridos”, que são contabilizados na categoria de tablets. Além disso, esse número é 29% menor em comparação com o primeiro trimestre de 2015.

A divisão das vendas no segundo trimestre ficou assim: 401 mil tablets em abril, 421 mil em maio e 446 mil em junho.

Com este número total de vendas no período, o mercado brasileiro representa 3% do total de vendas no mundo e encerra o segundo trimestre de 2015 na 8ª posição no ranking mundial, aponta a IDC.

Por fim, a consultoria aponta que a maioria (68%) dos tablets vendidos no Brasil no último trimestre custa 500 reais ou menos.

Tablet-AndroidDólar alto é vilão

Segundo o analista de pesquisas da IDC Brasil, Pedro Hagge, o desempenho do mercado ficou abaixo do esperado no Brasil. O executivo aponta a alta do dólar como o principal vilão, que teria feito com que mais da metade das marcas que faziam negócios no mercado brasileiro deixassem o país.

“Os tablets são produtos totalmente dependentes da cotação da moeda americana. Empresas menores, que importavam seus produtos de olho no bom desempenho do mercado, que aconteceu entre 2013 e 2014, e que não têm estrutura física e nem fabricação local, não conseguem acompanhar a flutuação do dólar, tendo apenas duas opções: encalhar com o produto ou vender com prejuízo. Muitas delas acabam imigrando para outro país que esteja vivendo um momento econômico melhor”, explica.

2015 no vermelho

Com tudo isso, a previsão do IDC para o ano completo não é das melhores. A consultoria estima que serão vendidos 6,5 milhões de tablets no Brasil em 2015, número 29% menor em relação ao registrado em 2014, quando foram comercializados 9,5 milhões de aparelhos desse tipo.

Fonto: Computerworld

Publicado por: Fernando de Oliveira | 26/10/2015

Linux Internacional promete PC com custo de até US$ 45 no Brasil

magazin_linuxO diretor executivo da Linux International, Jon “Maddog” Hall, informou nesta quarta-feira, 14/10, em Foz do Iguaçu (PR), um acordo para produção de computadores de baixo custo no Brasil, por meio de uma parceria entre o Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC) – associação sem fins lucrativos – e a comunidade LeMaker, sediada na China.

A LeMaker é responsável pela produção do Banana Pi, uma referência mundial em microcomputadores de baixo custo. O anúncio aconteceu na 12ª Conferência Latino-Americana de Software Livre (Latinoware 2015), que acontece no Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

“Esses computadores serão open source (código aberto), o que permitirá que qualquer um projete sua placa como quiser, e ainda USB 3.0. A previsão é que custem entre US$ 40 e US$ 45 aqui no Brasil”, destacou, sem precisar uma data para o início da produção dos equipamentos. Segundo ele, as primeiras 20 mil placas devem ser comercializadas a preço de custo para organizações sem fins lucrativos, como universidades e laboratórios de pesquisa.

Ainda segundo “Maddog”, com a fabricação dos computadores de baixo custo, uma nova cadeia de produção pode ser construída no País. “Essas empresas poderão contratar mais brasileiros e, dessa forma, o dinheiro ficará no Brasil, em vez de ser mandado para o exterior”, completou.

Fonte: Convergência Digital

Publicado por: Fernando de Oliveira | 26/10/2015

Netflix traça planos para investir em jornalismo

Seria uma luz para uma profissão em perigo (pelo menos no Brasil)?

netflix-logo
Após incomodar os canais de TV com o lançamento de séries originais como ‘Narcos’, ‘House of Cards’ e ‘Demolidor’, o radar do Netflix parece apontar para novos rumos. O serviço de streaming, que acaba de alcançar 69 milhões de assinaturas ao redor do mundo, divulgou a intenção de produzir conteúdo jornalístico. Em uma videoconferência realizada após a divulgação de resultados do terceiro trimestre da companhia, o CEO Reed Hastings e o diretor de conteúdo da marca, Ted Sarandos, deixaram claro o interesse em investir na área.

A inclusão de programação noticiosa foi abordada inicialmente por Hastings, que questionou Sarandos sobre a possibilidade de competir diretamente com o grupo de mídia online Vice. “Provavelmente alto”, respondeu o executivo. A empresa canadense é apontada como um dos maiores exemplos de jornalismo inovador e dinâmico, usando 30 escritórios globais para elaborar programas e documentários focados no relato dos repórteres. Os bons resultados renderam uma parceria com a HBO para a produção do primeiro noticiário do canal.

“No que se refere ao jornalismo, estamos nos tornando definitivamente mais aventureiros em termos de gêneros do que estamos fazendo agora”, declarou Sarandos. O serviço de streaming já vem demonstrando a afinidade com a área nos últimos anos, após demonstrar apoio a diversos documentários, como ‘Our Planet’, que vai explorar a vida selvagem em localidades remotas ao redor do mundo.

Além disso, o talk-show é outro gênero tem chamado atenção dos executivos do Netflix A primeira produção neste sentido está prevista para 2016, com o comando da comediante americana Chelsea Handler, que é apresentadora do canal E -Entertainment Television. “Estamos interessados em ser capazes de melhorar a experiência de consumo de qualquer tipo de conteúdo que as pessoas estejam assistindo”, disse Sarandos.

Fonte: Comunique-se

Publicado por: Fernando de Oliveira | 25/10/2015

Google e Yahoo aumentam esforços no controle de spam

google11O Google e o  Yahoo estão expandindo o uso de um bem-sucedido sistema que consegue identificar spam. O movimento é parte de um esforço a longo prazo para implementar uma série de revisões projetadas para descobrir se um e-mail realmente foi enviado por um domínio que ele diz se originar.

E-mails fraudulentos são um problema antigo, uma vez que é fácil forjar o endereço do remetente, tornando mais fácil para o destinatário acreditar que veio de uma fonte legítima.

Até 2 de novembro, o Yahoo planeja usar o DMARC, sigla para Domain-based Message Authentication, Reporting & Conformance ou Mensagem baseada no domínio de Autenticação, Relatório & Conformidade para seus serviços ymail.com e rocketmail.com. No ano que vem, o Google também planeja direcionar o Gmail para uma política rigorosa do DMARC, de acordo com um release para a imprensa.

Como funciona

yahooO DMARC permite que remetentes de e-mails digam aos serviços de recebimento se eles estão usando duas outras tecnologias para limpar spam.

Muitos remetentes usam o DKIM (DomainKeys Identified Mail) que usam assinatura criptografada ao redor de um e-mail que verifica o nome do domínio através da mensagem que foi enviada.

A segunda tecnologia, SPF (Sender Policy Framework) permite que destinatários indiquem quais hosts são autorizados a enviar seus e-mails, permitindo que organizações que os recebem discartarem mensagens daqueles endereços fraudulentos que chegam na caixa de entrada.

O DMARC também permite alguma flexibilidade para destinatários, permitindo que eles digam ao destinatário o que fazer se algumas mensagens não forem autenticadas. Destinatários também podem informar remetentes o que eles fizeram com as mensagens que não passaram pelo sistema.

A ideia é cortar drasticamente e-mails do tipo phishing, que buscam levar pessoas a clicarem em links maliciosos ou revelar informações pessoais.

Vale ressaltar que o DMARC conta com apoio amplo da indústria e também é usado pelo Facebook e Microsoft.

Fonte: IDG Now!

Publicado por: Fernando de Oliveira | 22/10/2015

Comércio deve contratar poucos “temporários”

E depois dizem que a crise não é tão grande. Nunca na história desse país tivemos uma recessão tão forte após um período de crescimento tão significativo.

Crise econômica brasileira

Crise econômica derruba expectativa de vendas. Mais da metade dos comerciantes venderam menos do que o esperado nos últimos 90 dias

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) para mapear a intenção de contratação de trabalhadores temporários procurados pelo comércio varejista no final do ano revela que o setor deve preencher apenas 12,5 mil vagas até dezembro, considerando as capitais e o interior do país. De acordo com o levantamento, 88% dos empresários consultados não contrataram e não pretendem contratar funcionários para o final do ano.

Crise econômica brasileira IIPara os economistas do SPC Brasil, a baixa intenção de contratação está ligada ao pessimismo com as vendas. De acordo com o levantamento, 44% dos empresários entrevistados acreditam que as vendas em 2015 serão piores do que as registradas em 2014, devido, principalmente, ao cenário econômico menos favorável (29%), ao desemprego (20%) e à diminuição do poder de compra com a inflação (16%). Um dado que corrobora a baixa perspectiva, é que para 50% dos comerciantes consultados o faturamento dos últimos três meses foi mais fraco que o esperado.

“As contratações temporárias sempre foram uma boa oportunidade para o jovem que está procurando o primeiro emprego ou para quem está desempregado e quer se reposicionar no mercado de trabalho. Neste ano, porém, a crise econômica derrubou a expectativa de faturamento dos varejistas e por isso poucos comerciantes pretendem contratar nos próximos meses”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Metodologia

Em setembro de 2015, foram ouvidos 605 empresários e gestores responsáveis pela contratação de mão de obra de empresas de  comércio varejista localizadas nas capitais e interior do país. A margem de erro é de 3,0 p.p. e o intervalo de confiança de 95%.

Veja a íntegra da pesquisa

Fonte: SPC

Publicado por: Fernando de Oliveira | 22/10/2015

Internet 5G iniciará testes no Brasil a partir do ano que vem

Enquanto isso, continuamos sofrendo com o 3G!!

Metal antenna symbol with letters 5G on white

Metal antenna symbol with letters 5G on white

O primeiro teste da conexão 5G acontecerá no país em 2016, através de uma parceira da sueca Ericcson com a América Móvil e as universidades de São Paulo, Federal do Ceará e Unicamp.

O anúncio foi feito durante a visita da presidente Dilma Rousseff à sede da empresa na Suécia nesta segunda (19). “Estou convencido de que a próxima geração de banda larga móvel e a Internet das Coisas, possibilitadas pelo 5G, vão acelerar ainda mais as oportunidades de avanço em áreas como saúde, educação, serviços de energia e agricultura, e em novas aplicações na indústria”, disse Hans Vestberg, presidente e CEO da Ericsson.

A Ericsson, juntamente com a América Móvil, realizará o primeiro teste de 5G no Brasil durante o ano de 2016. O projeto vai permitir que operadoras de telecom e seus parceiros, como instituições acadêmicas, agentes de saúde, energia e agricultura testem as funcionalidades da conexão em uma rede ao vivo.

Além disso, a Ericsson e a América Móvil também irão implementar um sistema de testes para Internet das Coisas (IoT). Essa iniciativa vai focar, especificamente, em aplicações de baixo consumo de bateria, como sensores de baixa potência para áreas remotas.

“Para o 5G, nosso foco é entender como os sistemas serão usados tanto pela sociedade quanto pela indústria. Para estar com redes comerciais prontas em 2020, a Ericsson fechou uma parceria com a América Móvil para o primeiro sistema de testes de 5G no Brasil, como uma demonstração clara da nossa vantagem competitiva, e, ao mesmo tempo, uma forma de levar a pesquisa para fora dos laboratórios e para redes de teste ao vivo.”

5G IIAlém da pesquisa de 5G com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que já falamos por aqui, a Ericsson também anunciou programas adicionais com a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), a serem realizados em 2017. Uma delas é a a Cyber-Physical Systems, que são redes que se comunicam sem intervenção humana. Eles poderiam, por exemplo, fornecer a base para sistemas rodoviários que se comunicam com autoridades rodoviárias em casos de emergência, sistemas de clima, que monitoram as condições da estrada, e carros autônomos.

Foi apresentado também o MiMo (multiple-input multiple-output), com a Universidade Federal do Ceará. Trata-se de sistemas de 5G com design transceptor com várias antenas em estações rádio base e terminais de usuários (MiMo). O objetivo é aumentar significativamente a capacidade dos sistemas de comunicação móvel atuais.

O teste de rádio da Ericsson demonstrou 5Gpbs em 2014 – a primeira no mundo – e a companhia está começando testes e medições ao ar livre. O objetivo é a implementação comercial completa até 2020.

Fonte: Mundo Bit

Publicado por: Fernando de Oliveira | 22/10/2015

Mercado de smartphones recua 13% no segundo trimestre

Recentemente publiquei um texto onde Andy Rubin, o “pai do Android”, afirmava que o futuro não está no mobile. O dado sobre a queda nas vendas de smartphones pode até ser uma confirmação dessa previsão, mas fica a pergunta: para onde vai o futuro? Será que só Doc. Brown pode responder isso?

Particularmente acho que a diminuição do número de smartphones vendidos é uma coisa natural. Assim como acontece com todos os setores, depois de um boom prolongado de consumo é previsível que haja um desaquecimento do mercado. O que será que acham os ““”gurus digitais””” (aspas triplas)?

Compra pelo smartphoneO mercado brasileiro de smartphones encolheu no segundo trimestre do ano, conforme dados da empresa de pesquisa de mercado IDC Brasil. O setor registrou queda de 13% em unidades vendidas em relação ao mesmo período de 2014. Entre abril e junho, o setor comercializou 11,3 milhões de unidades. O crescimento visto no período de janeiro a março, quando as vendas aumentaram 33% em relação a um ano antes, não deve se repetir este ano.  Para a consultoria, o cenário é desfavorável, e as vendas devem continuar em queda.

No segmento de feature phones, a queda é ainda mais acentuada, motivada em maior parcela pela migração da base de usuários para os smarpthones. O levantamento mostra que a venda dos aparelhos simples, que apenas fazem chamadas e trocam mensagens SMS ou MMS, caiu 78% no segundo trimestre, em relação ao segundo trimestre de 2014. Foram 936.725 aparelhos do tipo comercializados no período.

“Os problemas na economia, a inflação acima de 9%, a taxa de desemprego crescente e o índice de confiança do consumidor, que está em um patamar pior do que durante a crise de 2009, são os fatores responsáveis pelo mau desempenho. O cenário piora a cada mês e acredito que não haverá recuperação breve”, afirma Leonardo Munin, analista de pesquisas da IDC Brasil.

Apesar das dificuldades, as empresas estão conseguindo evitar que o faturamento caia na mesma proporção. Segundo o analista, houve queda de apenas 7% na receita. “Isso mostra que o consumidor brasileiro não está mais tão sensível aos preços e compra produtos mais caros também. As fabricantes estão investindo e colocando aparelhos cada vez melhores no mercado”, lembra. O ticket médio dos aparelhos aumentou R$ 78. Passou de R$ 789 (primeiro trimestre) para R$ 867 (segundo trimestre). Ele ressalta, no entanto, que os smartphones mais caros têm um ciclo de vida maior, o que também impacta o resultado das vendas futuras.

Smartphones-UsersO estudo revela, ainda, que os dispositivos começam a “encalhar” nas lojas. O estoque em toda a cadeia de produção, seja de insumos ou de aparelhos prontos, nunca foi tão grande como no segundo trimestre deste ano. “A alta do dólar obrigou o mercado a adiantar as compras para fugir do repasse de preços. Agora, para o mercado girar, fabricantes, canal e varejo tiveram que usar estratégias agressivas de preço para comercializar os produtos. Não há uma referência de valores aplicados e muitas empresas fizeram verdadeiras loucuras para conseguir cumprir suas metas”, analisa.

As operadoras têm tido papel fundamental para fazer o setor girar. São elas que estão identificando os consumidores dispostos a fazer um upgrade.”Elas observam em seus bancos de dados os usuários que adquiriram smartphones há algum tempo e propõem atualização. Se não houvesse essa movimentação, a queda no volume de vendas seria ainda maior”, diz Munin.

De acordo com o estudo, o cenário para o restante do ano não deve ser diferente. Apenas a Black Friday e o Natal podem dar algum fôlego ao mercado. Se o dólar continuar alto, um novo repasse de preços pode acontecer nos próximos meses. A expectativa da IDC Brasil é de que 50 milhões de smartphones sejam vendidos até o fim de 2015, número que é 8% menor do que o volume comercializado em 2014. Já o mercado total, somando feature e smartphone, deve cair 24%.

A pesquisa mostra, também, que os phablets, aparelhos com telas acima de 5.5 polegadas, corresponderam a apenas 3% das vendas. Os dispositivos com tela de 5 a 5,5 polegadas representam a maior fatia do mercado de smartphones. Já o interesse pelo 4G aumentou: 34% dos aparelhos vendidos no segundo trimestre têm tecnologia, o que deve pressionar a rede das operadoras em banda larga móvel.

Fonte: Tele Síntese

Publicado por: Fernando de Oliveira | 15/10/2015

Vendas de impressoras 3D devem superar 5,6 milhões de unidades em 2019

Um dia……

Impressora 3d portátilA quantidade mundial de impressoras 3D chegará a 496.475 unidades em 2016, número 103% maior do que as 244.533 previstas para 2015. As remessas internacionais devem mais que dobrar a cada ano entre 2016 e 2019, quando se estima que as vendas globais superem 5,6 milhões de unidades. As estimativas são do Gartner.

“Inovações aceleradas de qualidade e desempenho em todas as tecnologias de impressão 3D estão impulsionando as demandas de empresas e consumidores. Esse mercado está mudando de uma perspectiva de nicho para um ambiente de consumo amplo e global”, afirma Pete Basiliere, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner.

As remessas mundiais por faixa de preço são influenciadas pelas tecnologias de impressão 3D. Há produtos de até US$1.000, e outros com faixa de preço de US$ 1.001 a US$ 2.500. Impressoras 3D com preço inferior a US$1.000 corresponderão a 25,5% do total das duas faixas de preço em 2015, devendo atingir 40,7% do total em 2019.

O estímulo ao mercado de impressoras 3D comerciais com preço inferior a U$2.500 não é de compras caseiras, mas para aquisições de dispositivos de baixo custo por escolas e universidades, enquanto os fatores motivadores do mercado empresarial são a qualidade do produto final e os avanços em material.

“Impressoras 3D criam protótipos de novos objetos, produzem ferramentas e acessórios e imprimem bens de alta qualidade em pouco tempo. Essa capacidade multifacetada está impulsionando o crescimento em um nível global”, afirma Pete Basiliere, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Sete tecnologias compõem esse mercado, com previsão de que a produção de materiais lidere as remessas com 232.336 unidades em 2015 e 5.527.493 unidades em 2019, principalmente com a venda de impressoras para iniciantes.

Os preços médios de venda variam de acordo com a tecnologia e o mercado. Os setores possuem dinâmicas diferentes, incluindo mistura de dispositivos, valores dos componentes e exigências de compradores. As impressoras por deposição de energia direcionada têm o preço mais elevado, seguidas pelas impressoras de sinterização a laser.

Fonte: CIO

Publicado por: Fernando de Oliveira | 12/10/2015

Setor eletroeletrônico prevê fechar mais de 30 mil vagas em 2015

Indústria eletrônica
Dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica (Abinee), com base em informações do CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho -, apontam que, no acumulado deste ano, até o mês de agosto/2015, as indústrias elétricas e eletrônicas fecharam 25.120 vagas, reduzindo para 268,5 mil o número de empregados diretos no setor.

Nos últimos 12 meses, o saldo negativo entre o total de admissões e de desligamentos atingiu 33.390 vagas. A Abinee constatou que em dezembro/2013, o setor empregava 308,6 mil trabalhadores. Em dezembro/2014 eram 293,6 mil. Para dezembro/2015, a previsão inicial é de 263 mil empregados. Ou seja, ao término dos 12 meses deste ano, o setor deverá ter fechado mais de 30 mil vagas.

Fonte: Convergência Digital

Publicado por: Fernando de Oliveira | 12/10/2015

Pai do Android acha que o futuro da tecnologia não é o mobile

Sempre acho que esse tipo de previsão é extremamente duvidosa. Pseudo gurus digitais sempre me lembram os economistas em tempos de crise: sempre há um, entre milhares, que acerta, na maioria das vezes por mero acaso. Neste caso específico, a coisa é um pouco diferente, já que a pessoa que faz as previsões tem um senhor pedigree.

Google-AndroidAndy Rubin, o “pai do Android”, acredita que o futuro da tecnologia não está nos dispositivos móveis. Em um discurso feito nesta semana na Califórnia, Estados Unidos, ele revelou que acredita que a nova plataforma de comunicação não deve ser como conhecemos. “O mobile ainda não está indo embora. Mas acredito que em algum ponto do futuro – não nos próximos 10 ou 20 anos – alguma forma de inteligência artificial, por falta de termo melhor, será a próxima plataforma de comunicação.

Rubin criou o Playground, um fundo de capital de risco e incubadora que tem como objetivo descobrir qual é a próxima grande coisa, “o que irá além do celular ou do tablet”, segundo o desenvolvedor. “Quando você gastar todo o seu tempo interagindo com a tela, você tem que começar a pensar em coisas que não têm uma tela”, explicou.

O desenvolvedor aposta ainda que a nova tecnologia será capaz de recolher e analisar todas as informações geradas por dispositivos conectados.

Fonte: Olhar Digital

Publicado por: Fernando de Oliveira | 10/10/2015

Waze recebe acesso a dados de criminalidade

Foi uma tragédia, mas é um absurdo colocar a culpa da morte de uma mulher que foi alvejada por uma rajada de balas em uma rua de Niterói no aplicativo Waze. As vítimas cometeram um erro bobo – trocaram avenida por rua – e o GPS os levou para o endereço pedido, que fica no meio de uma favela (comunidade é muito politicamente correto), onde bandidos armados atiram em qualquer um que passe por lá.

Isso é um problema de segurança pública!!

As manchetes falando sobre o Waze foram um exemplo de mau jornalismo e as matérias mostrando os perigos dos aplicativos com GPS foram exemplos de desinformação e falta de apuração. Agora, autoridades do Rio resolvem dar ao Waze informações sobre criminalidade. Não seria melhor dar ao cidadão segurança para andar pelo estado ou acabar com os nomes de ruas e avenidas duplicados?

Waze IIExecutivos do Waze se encontraram nessa semana com autoridades da prefeitura e do estado do Rio de Janeiro dias após o assassinato de Regina Múrmura – ela estava no carro com o marido Francisco quando o aplicativo recomendou um caminho que passava pela comunidade do Caramujo, em Niterói. Alvejados por bala, eles fugiram do local, mas Regina foi atingida e morreu no hospital.

Di-Ann Eisnor, COO global do Waze, recebeu das autoridades uma base de dados pública com estatísticas de crimes, bem como mapas de comunidades da cidade do Rio de Janeiro e imediações. A partir das informações, a ideia é que o aplicativo seja aperfeiçoado – não se sabe, ainda, como.

Di-Ann marcou presença nesta semana no Maximídia. Durante sua apresentação, se demonstrou triste e chocada pelo que aconteceu, e afirmou que o Waze se reuniria com comunidade e autoridades para uma resposta à questão. “O Brasil nos ajudou a entender novos caminhos para o aplicativo no passado e está sendo o mesmo agora”, afirmou – referindo-se, por exemplo, ao mecanismo que evita que carros circulem por zonas de rodízio. Di-Ann argumentou também que muitas pessoas moram em comunidades e o aplicativo não pode deixar de falar sobre os caminhos aos quais elas precisam ir.

Fonte: Meio & Mensagem

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