Publicado por: Fernando de Oliveira | 10/12/2015

Número de residências com computador no país cai pela primeira vez

Saturação de mercado, crise econômica ou ambos? Cada “guru digital‘ vai vir com suas teses e certezas, mas prefiro deixar vocês pensando sobre o assunto.

PC desktopPela primeira vez desde 2004, caiu o número de domicílios com microcomputador no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014 divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados mostram que a proporção de domicílios com PCs passou de 48,9% em 2013 para 48,5% no ano passado, quando totalizou 32,5 milhões de residências.

A Pnad 2014 aponta também a queda no número de residências com PCs com acesso à internet no período de referência da pesquisa (28/09/2013 a 27/09/2014), que recuou de 42,4% para 42,1%, embora, pela primeira vez, a proporção de pessoas que acessaram a internet por meio de um microcomputador tenha passado da metade da população com idade a partir de dez anos (de 49,4% em 2013 para 54,4% em 2014), chegando a 95,4 milhões, um incremento de 11,4%. Em todas as grandes regiões, houve crescimento do contingente de internautas — 19,3% no Norte, 14,6% no Nordeste, 9,5% no Sudeste, 10,0% no Sul e 12,0% no Centro-Oeste.

Uma das possibilidades consideradas pelos pesquisados do IBGE para a queda no número de residências com PCs com acesso à web é o crescimento dos outros meios de acesso à rede mundial, como smartphones e tablets, ainda não incluídos no estudo. De 2013 para 2014, por exemplo, a proporção de pessoas que possuíam apenas telefone celular em casa cresceu, passando de 54% para 56,3%, totalizando 37,8 milhões de domicílios. Isso representa um aumento de 2,3 pontos percentuais, mais do que a proporção de domicílios com algum tipo de telefone, que aumentou 0,9 ponto percentual, para 62,7 milhões de residências.

A posse de telefone celular para uso pessoal também teve incremento, de 4,9% em 2014 (6,4 milhões de pessoas a mais), totalizando 136,6 milhões de pessoas com dez anos ou mais de idade que tinham o aparelho. A proporção dessas pessoas, que em 2013 era de 75,2%, passou a 77,9% do total.

Fonte: TI Inside


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